Tudo pronto! Malas gigantes (e pesadas), documentos e passagens nas mãos. Lá vamos nós, eu e Thaís, minha filha, parceira nessa aventura.
Chegando a hora da ida e das despedidas. Aliás, na semana que passou, confesso, fugi das que pude. Porque? Sensibilidade à flor da pele. Um abraço mais apertado, risco de choro imediato!
Aqui fica metade de mim: minhas filhas Victória e Érika e minhas netinhas Laura (6) e Lívia (3).
Foi difícil segurar, mas consegui!! Não chorei, mas em compensação, ganhei uma dor de cabeça fenomenal!
Tudo correu bem no aeroporto, decolamos 30 minutos antes da hora prevista, acreditem!
O voo foi bem tranquilo, pouca turbulência, mas nem por isso menos cansativo. Dormir, nem pensar. Mal consigo dormir na minha cama, que dirá numa lata de sardinhas tamanho gigante. Olho à minha volta e vejo pessoas dormindo contorcidas, como conseguem?? Inveja!
Chegamos lá também 30 minutos antes.
Agora chegou a hora que eu mais temia: Imigração!! Mas deu tudo certo, o gringo viu os documentos da minha filha, que se virou no inglês e já adiantou a minha parte, viu os meus e... liberadas!!
Se as bagagens não tivessem demorado tanto para serem liberadas seria tudo perfeito.
Não via a hora de sair de lá.
Estava com borboletas no estômago querendo abraçar logo meu marido. Ficamos um mês longe um do outro. Sim. Ele foi antes para providenciar casa, móveis ...
Pense num frio, mas não é esse friozinho do Brasil, não. Eu nunca tinha sentido nada tão gelado e cortante. E eu que achava que meu casaco era power, ah, ah, tadinha de mim, ledo engano!
O vento, gente, o que é aquilo??
Muito frio -11 graus com sensação de -24. Brrrrrr!
Fomos pra casa. Vamos morar em Coram, fica distante do aeroporto. No caminho já deu pra ver a neve, tão linda, tão branquinha que dói os olhos.
Que cansaço, meu Deus! Mas tudo fica melhor depois de um lanche e um banho quentinho!
Descansamos um pouco e saímos para almoçar, fomos ao Applebee's, comida gostosa, carne macia.
Tinha que deixar o cansaço de lado, pois ainda tinha que encarar um supermercado. Claro gente! Tenho uma casa pra organizar!
Um jogo pequeno de panelas, 6 pratos e 4 canecas, foi assim que a minha cozinha em NY começou a nascer!
Escolhi sempre o menor preço, mas, olha, a qualidade é ótima.
Agora é a vez da despensa. É minha gente, sem comida não dá!
Geladeira abastecida com o mínimo necessário.
Voltamos pra casinha. Tinha que tirar as roupas das malas, descansar e carregar as baterias para o dia seguinte.
Mas isso vai ficar para o próximo post. Bye!
Jô


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